:Não consta que Carmem Miranda tenha feito um comercial de chinelas durante seus 46 anos de vida. Mas os publicitários brasileiros não perderiam a chance de colocar a portuguesinha mais brasileira que já existiu para vender Havaianas.
Para isso contrataram uma cantora que não explodiu, mas tinha talento: Rosemary. Afinal imitar a Pequena Notável (com qualidade) não é pra qualquer um:
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
As mágoas afogadas
Quem é que nunca atribuiu um porre a uma dor de amor? Se a desculpa é verdadeira ou não é difícil dizer, mas é fato que ela serve de justificativa para muitas bebedeiras. Alguns privilegiados ainda somam a toda esta situação, o dom para compor belíssimos sambas. Logo de primeira me vem a mente a obra-prima "Cantar Para Não Chorar" de Paulo da Portela e Heitor dos Prazeres que diz:
Rir para iludir
Cantar para não chorar
Beber para esquecer
O nome daquela ingrata
Que me fez sofrer
Os versos de Cartola e Elton Medeiros também já cantaram em "Peito Vazio" um afogamento de mágoas num copo cheio.
Procuro afogar no álcool a tua lembrança
Mas noto que é ridícula a minha vingança
Há também a bela composição de Martinho da Vila, "Disritmia", que diz:
Me deixe hipnotizado
Prá acabar de vez com essa disritmia
Vem logo, vem curar seu nego
Que chegou de porre lá da boemia
Disritimia
Finalizo este post com uma canção que está no mesmo nível das demais apresentadas acima, porém não tão conhecida. A música chama-se “Taça de Vinho” e é de autoria de Wilson das Neves:
Taça de Vinho
Você deixou dentro de mim
Uma taça partida
Derramou no caminho do meu peito
O vinho da ilusão perdida
Você deixou minha´lma assim
Uma estrela caída
Fez um rodamoinho e me largou sozinho
Nos confins da vida
Você deixou um corte de punhal
E ainda sangra esta ferida
E nem mesmo a bebida
Tira o amargo sabor da paixão
Você deixou na taça de cristal
A marca desta despedida
A aliança rompida
Entre o meu e o teu coração
Uma noite manchada
Uma taça quebrada
Uma gota de dor
Dentro dos olhos meus
Um silêncio cruel de adeus
E a minha face perdendo a cor
Um aceno na estrada
Uma estrela cortada
Um perfume de flor
Em meu leito depois
E esse vinho lembrando os dois
Me afasta sempre de um novo amor
Rir para iludir
Cantar para não chorar
Beber para esquecer
O nome daquela ingrata
Que me fez sofrer
Os versos de Cartola e Elton Medeiros também já cantaram em "Peito Vazio" um afogamento de mágoas num copo cheio.
Procuro afogar no álcool a tua lembrança
Mas noto que é ridícula a minha vingança
Há também a bela composição de Martinho da Vila, "Disritmia", que diz:
Me deixe hipnotizado
Prá acabar de vez com essa disritmia
Vem logo, vem curar seu nego
Que chegou de porre lá da boemia
Disritimia
Finalizo este post com uma canção que está no mesmo nível das demais apresentadas acima, porém não tão conhecida. A música chama-se “Taça de Vinho” e é de autoria de Wilson das Neves:
Taça de Vinho
Você deixou dentro de mim
Uma taça partida
Derramou no caminho do meu peito
O vinho da ilusão perdida
Você deixou minha´lma assim
Uma estrela caída
Fez um rodamoinho e me largou sozinho
Nos confins da vida
Você deixou um corte de punhal
E ainda sangra esta ferida
E nem mesmo a bebida
Tira o amargo sabor da paixão
Você deixou na taça de cristal
A marca desta despedida
A aliança rompida
Entre o meu e o teu coração
Uma noite manchada
Uma taça quebrada
Uma gota de dor
Dentro dos olhos meus
Um silêncio cruel de adeus
E a minha face perdendo a cor
Um aceno na estrada
Uma estrela cortada
Um perfume de flor
Em meu leito depois
E esse vinho lembrando os dois
Me afasta sempre de um novo amor
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Três versões para Carinhoso
Um brinde às obviedades!

"Carinhoso" já foi eleita pela Revista Bravo! como a música mais importante do cancioneiro nacional. Mas essas listas sempre causam polêmica e esse não é o objetivo deste post. A verdade é que qualquer brasileiro reconhece a música de Pixinguinha com apenas quatro notas (as referentes ao verso Meu coração).
Aliás nem sempre essa música foi letrada. Em 1917, quando foi composta, Pixinguinha tinha vergonha de tocá-la em público. O choro, só com duas partes, e não três, como eram os ditames da época, não seria bem-aceito. “Eu não tocava. Ninguém ia aceitar”, disse em um depoimento dado em 1968 para o Museu da Imagem e Som do Rio de Janeiro.
E demorou mesmo para tocar. Só em 1928 é que foi registrada na versão instrumental. Ouça aqui a primeira gravação. Depois de algumas gravações sem sucesso, a música recebeu a famosa letra. Escrita em outubro 1936 por João de Barro, o Braguinha, a letra foi um pedido da atriz e cantora Heloísa Helena, que iria participar de um espetáculo beneficente chamado Parada das maravilhas. Com letra, Orlando Silva, o cantor das multidões, gravou a música no lado B de um compacto duplo lançado em 1937. Escute como ficou.
Mas a versão que eu quero colocar, entre as mais de 200 que já foram feitas, é outra. Em 1970, três anos antes da morte do compositor, foi gravado o disco "São Pixinguinha", cuja capa ilustra o post. A faixa oito tem um arranjo camerístico, é de impressionar:
domingo, 9 de novembro de 2008
Disco da semana: Samba da Cidade - Moacyr Luz
UPDATE: Baixe aqui o disco.

Mitos Cariocas: Lan (Moacyr Luz / Aldir Blanc)

O "Samba da Cidade", na minha opinião, é um dos melhores discos do Moacyr Luz. Talvez seja porque a maioria das músicas mostrem a cidade do Rio de Janeiro, que o compositor sempre exaltou, por uma perspectiva diferente. Seja exaltando personagens como Pixinguinha e o "ítalo-carioca" Lan, ou até mesmo lugares como a Praça Mauá e o bairro de Vila Isabel. Grandes bambas dividem a parceria dos seus sambas no disco. Entre eles estão Martinho da Vila, Nei Lopes, Wilson Moreira, etc.
Mitos Cariocas: Lan (Moacyr Luz / Aldir Blanc)
Músicas:
01 - Tudo que eu Vivi (Moacyr Luz / Wilson das Neves)
02 - Vila Isabel (Moacyr Luz / Martinho da Vila)
03 - Som de Prata (Moacyr Luz / Paulo César Pinheiro)
04 - Zuela de Oxum (Moacyr Luz / Martinho da Vila)
05 - Vinte-e-Sete-Zero (Moacyr Luz / Nei Lopes)
06 - Você Não Parece Mais Você (Moacyr Luz / Aldir Blanc)
07 - Briga de Família (Moacyr Luz / Martinho da Vila)
08 - Faça Chuva ou Faça Sol (Moacyr Luz / Aldir Blanc)
09 - Mitos Cariocas: Lan (Moacyr Luz / Aldir Blanc)
10 - Praça Mauá: Que Mal Há? (Moacyr Luz / Aldir Blanc)
11 - Eu só Quero Beber Água (Moacyr Luz)
12 - Cabô, Meu Pai (Moacyr Luz / Aldir Blanc / Luis Carlos da Vila)
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Paula Mirhan: talentosa e jovial
Ela canta, faz careta e mostra uma procura bastante pessoal em relação à leitura que faz das músicas que interpreta. Anteontem em Corumbá, sua cidade natal, ontem em Campinas e há quatro anos em São Paulo, o ponto de chegada do percurso percorrido até agora por Paula Mirhan.Paula tem 25 anos, é cantora e atriz formada em artes cênicas pela Unicamp. Desde menina sentia que para ela Corumbá era uma cidade pequena demais. Mudou seu cantinho para um aconchegante apartamento em uma travessa da Rua Augusta.
Dentre as demais escolhas que fez, a Universidade Livre de Música-Tom Jobim foi determinante na sua carreira. Lá, venceu o Festival da ULM na categoria intérprete em 2006. Dois anos depois ela concorre novamente ao mesmo prêmio.
Foi também nos corredores da instituição que conheceu o amigo, compositor e violonista Wagner Barbosa. Na etapa atual desse caminhar, Paula e Wagner, além de amigos são colegas de profissão e dividem o palco. Sábado a jovem cantora interpreta as composições de Wagner no segundo e último final de semana de lançamento do CD “Amanhecer”.
Os dois músicos apresentarão um repertório que transita por gêneros tipicamente brasileiros, como o samba Amanhecer, que dá nome ao disco, e a humorada Paris, Francamente, os sambas-canção Clichê e Volta, as bossas Meio Samba e Escolha, o baião Boto, além das inclassificáveis Realejo e Móbile. A última elogiada por Mônica Salmaso, que sugeriu o título ao associar a melodia da música com a idéia do objeto. O genial Guinga também elogiou as composições de Wagner, "nossa, posso dizer que essa música é guinguiana?"Apesar de apostar na venda do próprio disco, os dois disponibilizam suas faixas como uma forma de combate aos abusivos preços praticados nas prateleiras de Cd´s. Escute o material na íntegra aqui.


Wagner traz para as letras principalmente uma leitura bastante pessoal sobre o desalento e implicações que estão envolvidos no saber amar com liberdade. Paula interpreta as composições com calma. O resultado é um bonito CD, começando pelo bom gosto do encarte. Mas o precioso é que o embrulho não vem vazio, resguarda um material de melodias agradáveis, arranjos simples, que, sim, comunicam. Pequenos segredos podem ser descobertos por um bom ouvinte que estiver atento aos ricos detalhes que foram muito bem escolhidos: o barulho delicado de um móbile no início da faixa oito, uma brincadeira de estúdio na voz de Paula Mirhan “ai esse povo bagunceiro!”, que foi incorporada em Escolha, faixa sete e que dão ar de acabamento ao CD. O material de pouco mais de 35 minutos traz músicas que são breves sem deixarem de ser profundas, mas que justamente por apresentarem fluidez, poderiam vez ou outra, se esticarem mais.
O CD foi gravado entre maio de 2006 e maio de 2007.
Paula exala uma mistura bem temperada de movimento e reflexão. “Muitas vezes fazemos o contrário, mas acho que devemos priorizar teorizar aquilo que experimentamos”. Paula experimenta e caminha na música, feliz.
Ela estuda percepção, técnica vocal e harmonia. “Música para mim sempre foi letra”, conta. Mas aprendeu a trabalhar a voz como um instrumento, e está mais atenta hoje para a dinâmica e o ritmo.
Para agregar mais valor ao seu trabalho, Paula costuma beber nas outras artes. O cinema, uma fonte inesgotável de inspiração, é para ela também ferramenta de trabalho. “Percebo que é muito difícil encontrar cantores interados das outras artes, como literatura, teatro ou cinema. Dou muita importância a isso. "
Nos papos sobre música brasileira é muito fácil encontrar discursos saudosistas, desmotivados com a produção atual. O duro é que muitas vezes por trás desta saudade aparece um ouvinte pouco curioso e distante do material que está sendo produzindo hoje. Para quem ainda se mostra vivaz e disposto, fica aqui uma bela dica para este final de semana.Paula exala uma mistura bem temperada de movimento e reflexão. “Muitas vezes fazemos o contrário, mas acho que devemos priorizar teorizar aquilo que experimentamos”. Paula experimenta e caminha na música, feliz.
Ela estuda percepção, técnica vocal e harmonia. “Música para mim sempre foi letra”, conta. Mas aprendeu a trabalhar a voz como um instrumento, e está mais atenta hoje para a dinâmica e o ritmo.
Para agregar mais valor ao seu trabalho, Paula costuma beber nas outras artes. O cinema, uma fonte inesgotável de inspiração, é para ela também ferramenta de trabalho. “Percebo que é muito difícil encontrar cantores interados das outras artes, como literatura, teatro ou cinema. Dou muita importância a isso. "
LANÇAMENTO DO DISCO AMANHECER - Paula Mirhan e Wagner Barbosa.
Onde: TEATRO X - Rua Rui Barbosa, 399 - Bixiga
Quando: dia 08/11 as 16h - convidado especial: Conrado Paulino 09/11 - 16h - convidado especial: Chico Saraiva
Ingresso: R$ 15 (estudantes: R$ 7,50).
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Dicas - SP & RJ
Seguem duas dicas para quem quiser curtir boa música. Uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro.
A boa do Rio de Janeiro é que desde ontem está em cartaz o espetáculo "Aracy de Samba e de Almeida" no Teatro Sesc Ginásio. O evento é classificado como um "show cênico" e faz parte do projeto "Chora que passa". Criado pela atriz e cantora Carol Bezerra (que é quem interpreta Aracy), o projeto visa a elaboração de shows com o repertório calcado na música brasileira, e homenagenado grandes nomes do passado. Para quem ainda está com o pé atrás, pode tirar a dúvida assistindo ao filme "Noel, O Poeta da Vila", já que no filme o papel de Aracy fica por conta da própria Carol.
TEATRO SESC GINÁSIO
Onde: Avenida Graça Aranha, 187 - Centro.
Ingressos: R$ 24,00.
Quando: 4, 5, 6, 11, 12, e 13 de novembro.
Horário: Terça a quinta, 19:00. No dia 6 de novembro o espetáculo terá ínicio às 19:00
Outras Informações: (21) 2279-4027
Já em São Paulo, será possível assistir nesta sexta-feira o documentário "Eu Sou o Povo", de Bruno Bacellar, Regina Rocha e Luís Fernando Couto. O filme conta a história de Candeia e de como se deu a formação do Quilombo. Pra quem se interessou a sessão ocorrerá na Cinemateca Brasileira às 20:00.
CINEMATECA BRASILEIRA
Onde: Largo Senador Raul Cardoso, 207 - próxima ao Metrô Vila Mariana
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Quando: 7 de novembro
Horário: 20:00
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
http://www.cinemateca.gov.br/
A boa do Rio de Janeiro é que desde ontem está em cartaz o espetáculo "Aracy de Samba e de Almeida" no Teatro Sesc Ginásio. O evento é classificado como um "show cênico" e faz parte do projeto "Chora que passa". Criado pela atriz e cantora Carol Bezerra (que é quem interpreta Aracy), o projeto visa a elaboração de shows com o repertório calcado na música brasileira, e homenagenado grandes nomes do passado. Para quem ainda está com o pé atrás, pode tirar a dúvida assistindo ao filme "Noel, O Poeta da Vila", já que no filme o papel de Aracy fica por conta da própria Carol.
TEATRO SESC GINÁSIO
Onde: Avenida Graça Aranha, 187 - Centro.
Ingressos: R$ 24,00.
Quando: 4, 5, 6, 11, 12, e 13 de novembro.
Horário: Terça a quinta, 19:00. No dia 6 de novembro o espetáculo terá ínicio às 19:00
Outras Informações: (21) 2279-4027
Já em São Paulo, será possível assistir nesta sexta-feira o documentário "Eu Sou o Povo", de Bruno Bacellar, Regina Rocha e Luís Fernando Couto. O filme conta a história de Candeia e de como se deu a formação do Quilombo. Pra quem se interessou a sessão ocorrerá na Cinemateca Brasileira às 20:00.
CINEMATECA BRASILEIRA
Onde: Largo Senador Raul Cardoso, 207 - próxima ao Metrô Vila Mariana
Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)
Quando: 7 de novembro
Horário: 20:00
Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)
http://www.cinemateca.gov.br/
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Sepultura na Bossa
Partamos do ponto que a Bossa Nova cansou mesmo quem gosta de Bossa Nova. Todo mundo quis fazer um showzinho, gravar um disquinho, ficar engraçadinho. Foi exposição, filme, teatro, livro, cd´s e mais cd´s, música especial, site, revista, encarte de jornal, papel higiênico...Tudo em homenagem à Bossa.
E teve muita gente que resolveu aproveitar a efeméride para papar alguns trocados tem Diana Krall, Fernanda Takai, Os Cariocas, a Folha de S.Paulo...Imagina se a moda pega e o Sepultura faz igual?
Fica a homenagem do Vermute a todos que não fizeram discos em homenagem à Bossa Nova.
E teve muita gente que resolveu aproveitar a efeméride para papar alguns trocados tem Diana Krall, Fernanda Takai, Os Cariocas, a Folha de S.Paulo...Imagina se a moda pega e o Sepultura faz igual?
Fica a homenagem do Vermute a todos que não fizeram discos em homenagem à Bossa Nova.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Focalizando o Bar do Alemão
Hoje o VCA inaugura mais uma seção. "Nas lentes do samba" é a ponta de um iceberg multimedia. A idéia é apresentar fotos de lugares onde o samba é de qualidade. Quem sabe, mais pra frente chegamos à era do vídeo? Aproveitem.
A fotógrafa e amiga que estréia o "Nas lentes do samba" é Luiza Fagá. Eu, ela e o Murilo demos um pulo no bar do Alemão, brilhantemente administrado por Eduardo Gudin que nas quintas-feiras de roda aparece lá par dar uma canja. Sem mais delongas, as fotos:
Visto lá de cima
Descendo a escadinha
De frente pro balcão
De frente pra roda
domingo, 2 de novembro de 2008
Disco da semana: Conjunto Rosa de Ouro, Aracy Cortes & Clementina de Jesus

Idealizado por Hermínio Bello de Carvalho, o espetáculo Rosa de Ouro reunia nomes de grandes bambas. Além dos já falecidos Anescarzinho do Salgueiro e Jair do Cavaquinho, integravam o conjunto Elton Medeiros, Nelson Sargento e Paulinho da Viola.
Clementina de Jesus também participava do espetáculo, porém o ponto alto do disco ocorre quando Aracy Cortes, atriz que ficou famosa nas décadas de 30 e 40 por seus trabalhos no teatro de revista, dá o recado. Com uma voz "operística", Aracy canta o samba "Ai Ioiô", o famoso maxixe "Jura", a marcha-rancho "Rouxinóis" e encerra o disco com "Rosa de Ouro". As interpretações dela – com sua bela voz, empostação musical e modo de cantar – seguiam o lirismo dos cantores da época do rádio.
Músicas:
1 - Pot-pourri:
• Rosa de ouro (Hermínio Bello de Carvalho-Élton Medeiros-Paulinho da Viola)
• Quatro crioulos (Élton Medeiros-Joacyr Santana)
• Dona Carola (Nelson Cavaquinho-Norival Bahia-Walto Feitosa)
• Pam pam pam (Paulo da Portela)
2 - Senhora rainha (Lobos - Hermínio Bello de Carvalho)
3 - Ai Ioiô (Linda flor) (Henrique Vogeler - Marques Porto - Luiz Peixoto)
4 - Os rouxinóis (Lamartine Babo)
5 - Jura (Sinhô)
6 - Pot-pourri :
• Escurinho (Geraldo Pereira)
2 - Senhora rainha (Lobos - Hermínio Bello de Carvalho)
3 - Ai Ioiô (Linda flor) (Henrique Vogeler - Marques Porto - Luiz Peixoto)
4 - Os rouxinóis (Lamartine Babo)
5 - Jura (Sinhô)
6 - Pot-pourri :
• Escurinho (Geraldo Pereira)
• Se eu pudesse (Zé da Zilda)
• Nem é bom falar (Ismael Silva-Francisco Alves-Nilton Bastos)
7 - Pot- pourri:
• Sobrado dourado (Nelson Cavaquinho-César Brasil-Antônio Braga)
7 - Pot- pourri:
• Sobrado dourado (Nelson Cavaquinho-César Brasil-Antônio Braga)
• Clementina, cadê você? (Élton Medeiros)
• Benguelê (Pixinguinha-Gastão Vianna)
• Boi não berra (Folclore)
• Siá Maria Rebôlo (Folclore)
• Maparaêma (Folclore)
8 - Nasceste de uma semente (José Ramos)
9 - Bate-canela (Folclore)
10 - Semente do samba (Hélio Cabral)
11 - Rosa de ouro (Élton Medeiros - Hermínio Bello de Carvalho - Paulinho da Viola)
8 - Nasceste de uma semente (José Ramos)
9 - Bate-canela (Folclore)
10 - Semente do samba (Hélio Cabral)
11 - Rosa de ouro (Élton Medeiros - Hermínio Bello de Carvalho - Paulinho da Viola)
Baixe esse disco no Cápsula da Cultura.
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